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AOC Dicas Monitor 15 Modelo 5E

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Antes de começar o procedimento do conserto propriamente dito, é importante
observar o defeito que o monitor está apresentando. Nem sempre o cliente
relata de forma correta o que está ocorrendo.
Algumas características apresentadas pela imagem na tela, cor ou piscamento
dos led’s e até mesmo pelo som poderão revelar a causa do defeito, por este
motivo, sempre faça uma minuciosa observação e logo após abra o monitor e
faça uma inspeção visual.
A observação do comportamento do led do painel é de extrema importância, já
que ele irá revelar se o monitor está recebendo os sinais de sincronismo.
Se o led estiver na cor laranja, provavelmente existe algum defeito no cabo de
sinal ou no conector onde ele é ligado. Esta é uma característica dos monitores
AOC. Em alguns modelos o conector do cabo de sinal é colocado na placa RGB e
costuma apresentar solda fria em seus terminais. Por isso, antes de substituir o
cabo, verifique o estado das soldas do conector.
Para uma avaliação melhor do estado do cabo seria interessante que você
montasse um “Testador de Cabos”. O esquema deste aparelho, muito útil, pode
ser encontrado na apostila “Diagnóstico em Monitores”.
Além disso, o led do painel poderá revelar se existem problemas de desarme da
fonte devido à algum curto. Isto pode ser constatado quando o led ficar
piscando.
Uma outra característica importante que pode ser observada ainda mesmo antes
de abrir o monitor, é se existe tensão de MAT.
Para constatar isto, basta realizar um teste muito simples: aproxime a parte
mais “peluda” do braço na frente da tela do monitor ao mesmo tempo em que
liga a chave power. Se puxar os pelos do braço é porque existe MAT.
Mas, fique atento, porque a MAT pode ser gerada em breves segundos e logo
após desarmar a etapa horizontal devido à atuação do circuito de proteção. Em
testes que realizei, quando ocorre isto, a tensão logo após puxar os pelos, ela
empurra eles indicando que há o acionamento da proteção.
A outra característica que poderá revelar a causa do defeito mesmo antes de
remover a tampa do monitor é pelo som.
Logo após ligar o monitor aproxime o ouvido da parte traseira (com a tampa no
lugar). Se escutar o clássico TIC... TIC... , a fonte está com defeito ou está
sendo desarmada por um curto em alguma outra etapa do monitor.

Você pode notar o diagrama interno do CI TDA4866 onde está
descrito a pinagem do mesmo.
Os pinos mais importantes que você deve estar realizando testes no caso desta
etapa (vertical) estar com problemas são:
Pino 3: tensão de alimentação de 30 volts.
Pino 7: tensão de alimentação de 60 Volts.
Estas são as tensões máximas que este CI suporta, porém, no monitor em
questão estas tensões são respectivamente 12,8 e 53 volts conforme você poderá
conferir no esquema.
Os pinos 1 e 2 são as entradas de sinal provenientes do IC401 (proc. H/V). No
caso do monitor estar com falta de sincronismo, verificar estes dois sinais.
Os pinos 4 e 6 são as saídas para a bobina defletora vertical (yoke).

Análise do circuito da fonte
Defeitos na fonte primária
Defeito: Fusível queima ao ser substituído
O fato de você encontrar o fusível queimado indica que existe algum curto na
fonte primária. Raramente você vai encontrar esta situação em que bastaria
trocar o fusível e o monitor funcione sem problemas.
Para localizar a causa do problema, em primeiro lugar você deve utilizar a
lâmpada série (poderá montar o esquema que está na apostila de Diagnóstico em
Monitores – ‘lâmpada série escalonada’.
Logo após, desligue o dreno do transistor chaveador da fonte (Q901) e verifique
se o curto desaparece. Caso o curto desapareça, faça a substituição do
transistor. Se mesmo assim o curto continuar, verifique a ponte retificadora
formada por quatro diodos (D901, D902, D903 e D904).
Outras causas de curtos na fonte primária são o capacitor eletrolitico de filtro
(C907 – 220uF/400V) e o PTC que aciona a bobina desmagnetizadora. Embora
esta função (degauss) seja executada através de um pulso proveniente do pino
13 do IC101 (micom) que chaveia o relé RY901 e aciona a bobina
desmagnetizadora passando através do PTC, é perfeitamente possível encontrar
defeitos nesta área.
Defeito: A fonte não arma
Características do defeito: Fusível em bom estado
A primeira providência neste caso é verifique o estado do transistor Q403 (saída
horizontal) e do flyback. Se um dos dois estiverem em curto, irão bloquear a
fonte. Este procedimento de testar antecipadamente estes dois componentes se
deve a diminuir o tempo de diagnóstico já que a maioria das causas de defeitos
de fonte bloqueada se deve à eles.
Caso estejam OK, faça uma medição estática sobre os diodos da fonte
secundária para identificar possíveis curtos.

Faça a medição conforme está no desenho, na escala de resistência (X1). É
preferível utilizar um multímetro analógico, porém, se você está acostumado
com um multímetro digital, creio que não vai ter problemas.
Se medir o diodo no sentido direto deverá encontrar uma resistência baixa e se
medir no sentido inverso, deverá encontrar uma resistência alta.
Fazendo esta medição, e se der este resultado, a linha que o diodo alimenta está
em bom estado.
Se encontrar um resultado diferente disto, ou seja, resistência baixa nos dois
lados, então o diodo está em curto, ou algum componente está danificado e
neste caso irá bloquear a fonte.
Defeito: Fonte não parte 1.
Verifique se existe tensão de partida no pino 8 de IC 902.

Se não existir, verifique o resistor R903 (120K), D905 e capacitores ligados ao
pino 8. O diodo D905 retifica a tensão proveniente do enrolamento auxiliar do
chopper. Esta tensão tem a função de manter alimentado o CI, logo após a
partida.

Defeito: Fonte não parte 2.
Verifique se existe pelo menos 12V no pino 7 de IC 901 (3842). A tensão de
partida deste CI é de 16 volts, porém, logo após a partida, a tensão cai para +/-
12 volts. Uma observação importante é que se você encontrar uma tensão
pulsante a fonte não está partindo por algum motivo.
Caso você deseje entender mais profundamente o funcionamento completo
deste CI, adquira a apostila do Curso ON-LINE, onde ele é estudado pino a pino e
explicado o seu funcionamento.
Se não houver tensão de alimentação no pino 7, verifique os componentes:
Diodos D909 e D911, resistores R922 e R923 e o transistor Q904.

Caso exista tensão no pino 7 e mesmo assim a fonte não parte, verifique se o
resistor R929 (0,33R, ligado ao source do chaveador mosfet Q901) está com seu
valor correto. Faça também a substituição dos capacitores ligados aos pinos 3 e
4 de IC901.

Defeitos na fonte secundária
Defeito: Imagem aparece lentamente
O circuito responsável pela alimentação do filamento é o diodo D923 e o
capacitor C939 (1000uF/16V) é responsável pela filtragem da tensão (remove o
ripple). Este capacitor costuma secar e provocar este tipo de defeito,
diminuindo a tensão que é aplicada ao filamento.
Verifique também o estado do resistor R955 (0,22R) que fica em série com o
diodo. Se ele estiver alterado, também irá provocar a queda da tensão de
filamento.
Defeito: O filamento do tubo não acende, porém a MAT está normal. A tela está
totalmente escura
Os mesmos componentes citados no defeito acima poderão provocar este
defeito. Se o resistor R955 abrir, não haverá tensão no filamento do tubo.
Circuito DPMS (gerenciamento de energia)
O controle de energia deste monitor é feito através do microprocessador (pino
12 – PW1 / PW2) que gerencia a fonte de 12 volts.
Observe a figura abaixo.
O funcionamento normal do circuito é feito com a tensão dos 12 volts passando
através do transistor Q909. Para que ocorra essa passagem de corrente, a base
deste transistor deve estar polarizada, o que é executado pelo resistor R951 de
47K. No momento em que a fonte entra em funcionamento a base do transistor
recebe uma tensão liberando a passagem de corrente através deste transistor.
O controle da fonte é efetuado através do resistor R959 que realiza a
polarização da base do transistor Q910 levando-o a conduzir. Isto faz com que a
base do transistor Q909 seja despolarizada e com isso corta a linha de
alimentação dos 12 volts.

Observe que quando o microprocessador desliga a linha dos 12 volts, várias
etapas importantes deixam de funcionar, como por exemplo, o processador H/V
e o controle do conversor CC-CC (+B). Portanto, se não existir esta tensão, não
vai existir deflexão horizontal, já que o IC401 estará sem alimentação. O circuito
alimentado por esta tensão está destacada através da linha vermelha no
esquema.

Análise do circuito de largura
O circuito de largura tem seu funcionamento baseado no transistor Q406 e no
diodo duplo. O coletor do transistor Q406 é ligado no pino central do diodo duplo
através da bobina L405.
Uma observação importante é que em alguns monitores este diodo duplo
(formato de um transistor TIP41) é substituído por dois diodos individuais que
tem a mesma função.
O controle da largura é feito através do IC401 (pino 11) que é injetado no
transistor Q404 através do resistor R433 (veja a linha azul).
Defeito: quadro está largo. Brilho e contraste normais.

Para identificar em qual componente está o defeito, em primeiro lugar desligue
a bobina L405 do circuito e verifique se o quadro diminui. Este procedimento
fará com que a imagem na tela diminua bastante.

Observe que esta bobina está ligada ao coletor do transistor Q406 que é o
responsável pelo controle de largura. Retirar a bobina ou desligar um dos seus
pinos corresponderia a remover o transistor.
Se após remover a bobina o resultado for positivo, ou seja, a tela diminua, o
defeito deve estar no transistor Q406 (TIP122 – darlington) ou em algum dos
componentes ligados à sua base.
Caso o quadro não diminua, então o defeito provavelmente estará no diodo de
três terminais, no capacitor C419 ou em algum dos outros capacitores do circuito
de deflexão. Um dos componentes que apresentam um alto índice de defeitos é
o diodo de três terminais, onde um deles (são dois diodos em um invólucro)
entra em curto ou apresenta fuga e a tela expande no sentido horizontal.

Quadro estreito e excesso de MAT.
Ao encontrarmos um defeito como este (largura insuficiente) podemos notar que
a tensão de MAT aumenta e com isso aumenta também o brilho na tela do
monitor.
A causa mais comum para este defeito é o capacitor que fica ligado ao coletor
do TSH. Para sanar o defeito, substitua o capacitor C 418 (4700 x 1600V). Este
componente costuma alterar o seu valor e com isso provocar o encolhimento da
largura.

Quadro estreito em altas resoluções ou largo em baixas resoluções.
Este defeito normalmente é causado pelo circuito de correção “S”. Neste caso
verifique os transistores Q 410, Q411, Q412, os capacitores C426 e C427. Caso o
defeito não seja em nenhum deles, verifique os componentes periféricos aos
mesmos.
O funcionamento deste circuito é gerenciado pelo microprocessador (pinos 28 e
29) que ao ser alterado a resolução, o mesmo chaveia um ou dois dos
transistores mencionados acima. (Veja a linha verde no esquema)

Q403 (transistor de saída horizontal) entra em curto ao ser substituído.
Verifique C 418, D405 (diodo ligado à base de Q403), C 414 e mau contato em T
e mau contato na região do flyback.

Identificando defeitos no circuito vertical
Vertical fechado, apenas um risco horizontal na tela.
Verifique se existe 12V no pino 3 de IC601 (TDA4866). Se não existir tensão,
verifique R636 (4,7R).
Caso haja tensão no pino 3 (12 volts) verifique se não existem soldas frias nos
pinos do CI. Se houver, faça uma boa ressoldagem e se não resolver, substitua o
IC601.

Quadro com linhas de retraço no topo.
As linhas de retraço são causadas quando o capacitor eletrolitico C628 (ligado no
pino 7) está com defeito. Neste caso, faça a sua substituição.
Quadro parcialmente fechado em cima e embaixo com linhas também na parte
superior e inferior da tela.
Verifique se existe tensão no pino 7 de IC601. Se não houver tensão, verifique o
diodo zener que poderá estar em curto e com isso matar a tensão. Verifique
também os resistores R661 e R626 que estão ligados a este mesmo pino.

Identificando defeitos no circuito de áudio
A etapa de áudio é bem simples e raramente dá defeito. Porém, de qualquer
forma vale a pena ter uma noção do seu funcionamento.
O componente principal é o IC501, um amplificador de áudio que é alimentado
através da linha de 14,5 volts da fonte secundária.
Defeito: Sem áudio
O responsável pela etapa de áudio é o IC501.
Se não houver áudio, a primeira providência é verificar se existe a tensão que irá
alimentar o CI. Meça a tensão no pino 4 onde deverá ser encontrado 12 volts.
Caso não encontre nenhuma tensão, verifique os resistores R501, R509 e R510.
Estes três resistores ficam em série, portanto, se um deles abrir, não vai existir
tensão no pino 4.
Caso exista tensão, verifique os componentes periféricos ligados ao IC501.
Se não houver nenhum problema neles, então providencie a substituição do CI.
Existem duas formas de testar a etapa de áudio. A primeira é utilizando um
“Injetor de sinais”, ferramenta muito utilizada por aqueles que trabalham com
som. Injete o sinal nos pinos de entrada (INPUT) 3 e 5 enquanto verifica se
existe variação de tensão nos pinos 1 e 7. Estes dois pinos correspondem a
tensão de controle de volume.
A outra forma é pelo método “audível”. Coloque o dedo nos pinos de entrada de
sinal (3 e 5). Você deverá ouvir um ronco e desta forma poderá saber se o
amplificador está funcionando. É claro que este método não garante que o
amplificador esteja em perfeito estado, porém dá para ter uma idéia.

Identificando defeitos na polarização do tubo
Esta é uma das etapas que apresenta maior incidência de defeitos devido ao fato
de trabalhar aquecida provocando defeitos de soldas frias ou capacitores
eletroliticos que com o tempo secam.

Na figura acima podemos observar o tubo de imagem com as suas diversas
polarizações. É imprescindível que existam todas as tensões senão não teremos
imagem na tela.
As tensões de MAT, screen e filamento servem para gerar a trama. Se não existir
uma delas, não vai haver trama e em conseqüência também não vai haver
imagem.
A tensão e o sinal nos catodos serve para gerar a imagem. Embora esta tensão
dos catodos também influencie na trama, considero que ela é mais utilizada para
gerar a imagem.
Para consertar a etapa de vídeo do monitor é importante saber a diferença entre
trama e imagem. Existe um capítulo especial sobre este assunto na apostila
Diagnóstico em Monitores.
Agora, vamos estudar alguns dos defeitos mais comuns encontrados nesta etapa.
Defeito: Tela totalmente escura com o filamento aceso e MAT normal.
A primeira providência é verificar se existe pelo menos 240V na grade G2. Pela
lógica, se existe a tensão de MAT, também deverá existir a tensão de screen.

Se você medir esta tensão e não encontrar, ou ela estiver muito abaixo do valor,
remova o capacitor C836 da placa e veja se a trama aparece. Este é um
capacitor tipo disco de 0,01/2KV.
Se mesmo assim ainda não aparecer a trama, retire também o centelhador SG
que está ligado na mesma linha da grade G2. Embora nunca tenha encontrado
um componente destes em curto, existe a probabilidade de que ele esteja com
defeito e esteja matando a tensão de screen.
Uma outra possibilidade de falta de brilho na tela é o resistor R872 estar aberto
ou alterado.

O circuito integrado IC801 é o responsável por pré-amplificar os sinais RGB para
entregá-los à etapa de saída de vídeo de onde serão injetados nos catodos.
Observe na figura acima que grifei os pontos mais importantes.
Quando encontrar defeitos nesta etapa é importante verificar as tensões que
alimentam este CI, assim como verificar com o osciloscópio os pulsos de entrada
e saída dos sinais.
Um outro ponto interessante deste CI, é que ele faz o controle de contraste
através do pino 10. Observe que no diagrama está marcada uma tensão de 2,3
volts, porém ela vai variar de acordo com o ajuste de contraste no painel do
usuário.
Alguns defeitos:
Imagem muito vermelha e com linhas de retraço.
Verifique se o resistor R849 (1M) não está aberto ou alterado.

Imagem muito verde ou muito azul e com linhas de retraço.
Como nós temos três canais praticamente idênticos, o mesmo tipo de defeito vai
se manifestar nos outros dois canais, mudando apenas a posição da peça. No
caso de defeito no verde, verifique o resistor R850 (1M). No caso do azul,
verifique o resistor R851.
Imagem com pouco contraste.
Uma imagem sem contraste se caracteriza por estar com brilho excessivo e sem
o nível de preto. Digamos que uma imagem está sem contraste quando ela está
quase apagada ou não tem nível de preto o suficiente.
Na figura abaixo podemos observar parte do circuito pré amplificador onde o
CI801 recebe três sinais importantes.
O nível de contraste enviado pelo microprocessador
O ABL que é um nível de tensão coletado em um dos pinos do flyback.
O Clamp Gate que é uma amostra coletada no detector de modo. Neste
monitor este circuito (detector de modo) fica no microprocessador.
A primeira coisa a fazer se tiver pouco contraste é verificar se existe tensão no
pino 12 do IC801. Esta tensão deve estar em média 2,5V (varia conforme o
ajuste no painel de controle).
Caso a tensão esteja abaixo disso desligue o transistor Q802 e veja se o contraste
aumenta. Se aumentar, o defeito pode estar no transistor ou em algum
componente ligado à base do mesmo.
Observe que o ABL é ligado à base deste transistor. Portanto, se não houver o
nível de tensão proveniente do flyback, o circuito de contraste não irá funcionar
satisfatoriamente provocando uma tela lavada.
Sobre o sinal de Clamp você poderá encontrar mais informações na apostila
Diagnóstico em Monitores e sobre como identificar o pino de ABL no flyback,

Observe que a placa RGB composta pelo pré amplificador e amplificador é
alimentada com duas tensões. Uma de 12 volts que alimenta o IC801 e outra de
80 volts que alimenta os transistores amplificadores RGB.
Se faltar uma delas este circuito não irá funcionar corretamente.
A tensão de 80 volts entra na placa através de um conector e da bobina L805 e
logo após é injetada nos transistores. Uma forma simples de verificar se ela está
presente é medir a tensão diretamente no dissipador dos transistores.
Defeitos na etapa de saída RGB:
Ausência da cor vermelha.
Verifique se existe tensão no coletor do transistor Q806. se não houver, verifique
os dois resistores R855 e R856 que ficam em série.
Se mesmo assim não encontrar tensão, verifique se o transistor Q806 não está
em curto. O transistor Q803 com defeito também irá provocar a falta de
vermelho.
Sem verde ou sem azul.
Para localizar falhas na parte correspondente à cor verde o procedimento é o
mesmo já que existem três amplificadores idênticos. Não vou repetir os passos já
que é só utilizar o raciocínio empregado acima e seguir o esquema.
Verifique no esquema que as linhas correspondentes às três cores estão
marcadas com as respectivas cores. Basta seguir cada linha e isolar os
componentes defeituosos.



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